Hélio de
Menezes Silva,
Jul.2026
Vi
uma foto de um jovem pastor, estendendo a mão de camaradagem a um idoso pastor,
que já teve certa liderança regional e nacional (não usa nome batista
nem fundamentalista) que, lamentavelmente, disseram-me que tem fortes
indícios e relatos (até de seus familiares) e testemunhos de que pecou repetida
e gravemente nas áreas moral, e de infidelidade à doutrina bíblica (que ensinou
por décadas), e de desonestidade para com os bens de 2 assembleias locais,
inclusive se apropriando de seus imóveis.
Fiquei algum tempo chorando por dentro, considerando todas essas coisas, orando
em dores ao Espirito Santo, e Este me fez lembrar e localizar versos da Bíblia
sobre semelhantes e dolorosos fatos, perto e longe da Paraíba, e sobre o se ter
(ou não) comunhão com líderes caídos e sem nenhuma demonstração de
arrependimento e sem nenhum pedido de perdão dirigido a Deus e aos que feriu
tão gravemente.
Bem,
a Bíblia faz uma distinção importante entre:
- amar
os homens que se fizeram inimigos (meus, ou das assembleias de que fizeram
parte, ou, mais ainda, inimigos do puro Evangelho que dantes pregaram e deram
exemplo, portanto inimigos do Livro de Deus e do Deus deste Livro), orar por
tais homens e desejar seu verdadeiro arrependimento; e
- não conceder
nenhum tipo ou grau de comunhão (de reconhecimento, de seguir
liderança, de respeitar, de parceria espiritual, ou de qualquer camaradagem) a
alguém que persiste deliberadamente em pecado grave, sem ter arrependimento,
sem sombra de esforço para pedir perdão a Deus e a todos que defraudaram-
ofenderam- escandalizaram- caluniaram, sem sombra de desejo de fazer reparação
(se e quanto for possível).
A
Bíblia também distingue entre
- julgar (sentenciar) o destino eterno de alguém (o que pertence
exclusivamente a Deus) e
- discernir seu comportamento visível, sim, discernir para fins de disciplina,
restauração e comunhão na igreja.
Alguns dos textos mais relevantes da Bíblia, sobre todos os aspectos da questão, são: